Segundo Adriano Magalhães, Estado tem ao menos R$ 120 bilhões em ativos públicos com potencial para serem vendidos sem que ‘façam falta’; além de Cemig, Copasa e Gasmig, outras estatais estão na lista, como MGS e Prodemge

Prometida desde a campanha eleitoral, a agenda de privatizações e de desinvestimentos em Minas Gerais deve ser a tônica da política econômica do governo Zema em 2020.

Nos corredores das estatais, fala-se sobre como o empenho em equilibrar as contas e inovar nas práticas funciona como um fio condutor para fazer crescerem os olhos da iniciativa pr….. Leia mais em  otempo 16/12/2019