Para o executivo, consolidação não resolveria problemas estruturais do setor como dificuldades financeiras dos alunos para pagar uma faculdade.

Principal alvo dos concorrentes para uma possível combinação de negócios, a Cruzeiro do Sul Educacional teve, no primeiro trimestre, melhora em indicadores financeiros.

A base de alunos e valor médio das mensalidades avançaram tanto nos cursos presencial quanto no on-line, mas o volume de calouros ficou estável nas duas modalidades — um movimento contrário ao registrado no primeiro trimestre dos dois anos anteriores.

Questionado sobre o interesse dos concorrentes em unir grupos de educação como um caminho para destravar valor do setor de ensino superior, que vem reduzindo de tamanho desde 2015, Fabio Fossen, presidente da companhia, disse não acreditar que as fusões vão resolver problemas estruturais do setor como dificuldades.

Em sua visão, um caminho para o setor seria reduzir a regulação que demanda gastos elevados desnecessários em muitas frentes para as faculdades. Mas, ele mesmo, admite ser muito difícil o MEC retroceder. “Não posso comentar sobre movimentações de controladores da Cruzeiro”, disse, ao explicar sua percepção do setor… leia mais em Valor Econômico 09/05/2024