Com foco no público de baixa renda e tentando abrir capital há alguns anos, o Agibank contratou o Goldman Sachs para vender uma fatia minoritária, de acordo com apuração do “Valor”. O banco recuou da ideia de IPO (oferta inicial de ações) devido às condições de mercado.

A Vinci Partners investiu cerca de R$ 400 milhões no Agibank em 2020. A nova captação pode servir para atualizar o valor da instituição financeira, que ainda tem na mesa uma IPO, segundo uma fonte.

O Agibank registrou um lucro líquido de R$ 225 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representou um aumento de 4,4% na comparação trimestral e um avanço de 154,5% na base de comparação anual. O ROAE (retorno sobre o patrimônio líquido) foi de 47,2% nos últimos 12 meses.

Criado por Marciano Tesla, no Rio Grande do Sul, em 2017, o Agibank não comentou o caso, assim como o Goldman Sachs, e afirmou que a empresa, por meio de sua área de Relações com Investidores, mantém um “relacionamento contínuo e transparente com o mercado, comunicando-se diretamente com os investidores e demais stakeholders”, segundo o “Valor”... Leia mais em jornalfloripa 10/10/2024