Sanchez explica racional e sinergias da oferta pela Hypera
Carlos Sanchez sempre foi um empresário relativamente discreto – mas agora, o controlador da EMS está sob os holofotes do mercado com sua oferta não-solicitada para tomar o controle da Hypera.
A oferta, enviada ao conselho da concorrente na segunda-feira, foi rechaçada 48 horas depois pelo board da Hypera, que argumentou que Sanchez está subavaliando a companhia e que a EMS — cuja receita vem predominantemente de genéricos — não é o melhor fit estratégico.
A oferta pela Hypera é a maior tacada de Sanchez até agora para transformar em líder de mercado a empresa que seu pai, Emiliano, começou em 1964 depois de ser dono da pequena Farmácia Santa Catarina.
A EMS teve um faturamento líquido de R$ 8 bilhões no ano passado e um EBITDA de R$ 2,77 bi.
Sanchez conversou com o Brazil Journal sobre os méritos da oferta.
O setor farmacêutico tem hoje quatro grandes players. Uma fusão com a Hypera levaria vocês à liderança absoluta do setor. Foi isso que motivou a oferta?
Claro que o ganho de escala é um aspecto positivo, mas o principal motivo para vermos valor com essa transação é a complementaridade dos nossos portfólios.. leia mais em Brazil Journal 25/10/2024

