Bancos se tornam sócios de empresas em reestruturação
A conversão de dívidas em ações em meio à reestruturação de empresas entrou de vez como estratégia de redução de dívida e desalavancagem no mercado brasileiro. O uso desse mecanismo tem sido observado em grandes processos de recuperação judicial, com mais credores, incluindo instituições financeiras, mais à vontade para aceitar serem acionistas das empresas reestruturadas. Trata-se, ainda, de uma forma de aumentar o potencial de recuperação dos financiamentos dados como perdidos, evitando com isso um corte mais brusco dos valores a receber.
Na varejista Americanas, os bancos se tornaram acionistas da rede em meio a uma conversão de dívidas, passo necessário na tentativa de se salvar a empresa alvo de fraude. Outro exemplo ocorreu na companhia de logística Sequoia.
Na companhia aérea Azul, a conversão de dívida também está na mesa na busca de se solucionar a crise da aérea. Na Light, em recuperação judicial, essa prática está no plano de recuperação judicial. O mesmo ocorre no plano de recuperação extrajudicial da 2W… leia mais em Valor Econômico 31/10/2024

