Venda de térmica reacende debate sobre carvão no Brasil e expõe dilema ambiental e econômico
O setor carbonífero recebeu com entusiasmo a notícia da venda da termelétrica de Figueira (20 MW) pela Copel ao Grupo Electra, na expectativa de que a usina movida a carvão volte a operar depois de quase um ano parada.
A possibilidade de retomada da geração de energia com carvão ganha ainda mais força com a perspectiva de que o Congresso vote, na próxima semana, o Projeto de Lei 11.247/2018, que, além de criar o marco regulatório para a exploração da energia eólica “offshore”, inclui emendas que prorrogam subsídios a usinas térmicas a carvão até 2050.
Entretanto, em um contexto no qual diversos países estão saindo do carvão, o Brasil tem compromissos de redução de emissões e sediará a COP 30 — a pressão de ambientalistas aumentou, sobretudo, no cumprimento dos compromissos climáticos do país… leia mais em Valor Econômico 29/11/2024

