A “agtech” mineira Tarken acaba de passar pela sua segunda rodada de captação. As gestoras Monashees, Mandi, de Antonio Moreira Salles, e MAYA Capital, de Lara Lemann, que fizeram a primeira rodada, repetiram a dose, injetando capital que vai reforçar o caixa, ajudar sua internacionalização e dar um impulso para a chegada de novos produtos financeiros à prateleira da plataforma. O valor do aporte não foi revelado. O da primeira rodada foi de US$ 5 milhões.

Criada em 2022 como um “marketplace” (mercado digital) de grãos, a mineira Tarken identificou uma carência de dados no setor agro no país, com muitos produtores ainda desbancarizados. Esse mercado gira no Brasil cerca de US$ 60 bilhões anualmente, estima Luiz Tangari, sócio fundador da startup.

Nesse mercado, a Tarken, segundo ele, já possui uma participação de 15%, fatia que Tangari acredita que vá chegar em 35% até o fim deste ano. A projeção foi feita a partir da expansão mensal da empresa… leia mais em Valor Econômico 30/03/2025