Com o avanço das repactuações de concessões de infraestrutura pelo governo federal, o setor se prepara para os processos competitivos desses contratos – que têm sido vistos como uma espécie de M&A (fusão e aquisição, na sigla em inglês) mediado pelo governo. No setor rodoviário, a expectativa é que dificilmente haverá propostas de terceiros, então os atuais acionistas deverão manter seus ativos. Porém, no caso do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, deve haver interessados, segundo fontes de mercado.

Já há duas concorrências com data marcada: em 22 de maio, será oferecida ao mercado a MSVias, concessão da BR-163 no Mato Grosso do Sul, da CCR; e em 26 de junho haverá a disputa pela Eco101, concessão da BR-101 no Espírito Santo, da Ecorodovias. A Autopista Fluminense, da Arteris, também está com competição prestes a ser lançada. Os três contratos, juntos, devem somar ao menos R$ 23 bilhões em obras.

No processo competitivo, outras empresas poderão fazer ofertas para comprar os contratos, que passarão a operar sob novas condições, negociadas entre a atual concessionária e o governo federal, com mediação do Tribunal de Contas da União (TCU). Se não houver propostas, o sócio segue com o ativo…. leia mais em Valor Econômico 31/03/2025