A indústria brasileira aguarda maior clareza sobre a guerra comercial iniciada pelos EUA para dimensionar seu impacto nos negócios. Em meio ao vai e vem de Donald Trump e ao acirramento da disputa com a China, a única certeza, até ontem, era a tarifa de 10% sobre todos os produtos exportados pelo Brasil para os americanos.

O problema não são os 10%, e sim os efeitos colaterais de uma guerra tarifária, como uma possível recessão global; o câmbio incerto; o sobe e desce das commodities; a sobreoferta de produtos chineses deslocados para outros mercados; e a situação do México, outro importante parceiro para o Brasil.

“O México vai mandar produtos para onde? Para os países com os quais tem acordos, como o Brasil”, diz Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea… leia mais em Valor Econômico 11/04/2025