Os grupos consolidadores de educação vêm reduzindo gradativamente a alavancagem, mas o setor enfrenta um crescimento orgânico limitado por conta do atual ambiente macroeconômico que afeta diretamente o poder de compra do público dessas faculdades. Diante do cenário, o foco das companhias e investidores tem sido a geração de caixa.

A ideia é que com a melhora desse indicador, que voltou a ser positivo em 2024 e se intensificou neste primeiro trimestre, os grupos sejam bons pagadores de dividendos enquanto não surge algo que venha destravar o setor como, por exemplo, fusões entre as companhias consolidadoras.

O setor como um todo, nos cursos presenciais, deve expandir entre 1% e 1,5%, não há alavancas de crescimento. As listadas por sua eficiência operacional podem ir um pouco melhor. Diante disso, os grandes grupos de capital aberto e investidores estão olhando mais a geração de caixa, rentabilidade e dividendos”, disse Caio Moscardini, analista do Santander… leia mais em Valor Econômico 26/05/2025