Bancos e Petrobras terão papel decisivo na venda da Braskem
Após sete anos de idas e vindas, o processo de venda da Braskem, maior petroquímica brasileira, volta a avançar com a oferta apresentada pelo empresário Nelson Tanure à Novonor. A primeira etapa das negociações foi bem-sucedida: em sua proposta, Tanure acomodou interesses da antiga Odebrecht – que busca permanecer como sócia da companhia, com uma fatia de ao menos 3,5% segundo os termos recém acertados – e simplificou as tratativas ao prever a manutenção do atual acordo de acionistas, firmado entre Novonor e Petrobras. Agora, o poder de decisão está nas mãos da estatal e dos bancos credores da holding.
As ações que pertencem à Novonor estão nas mãos de cinco bancos – Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) -, dadas em garantia a dívidas de cerca de R$ 15 bilhões.
Portanto, sem o aval das instituições financeiras, não haverá venda… leia mais em Valor Econômico 26/05/2025

