O vice-presidente dos EUA comentou em entrevista recente sobre o impacto da inteligência artificial (IA) na economia mundial e riscos associados. Esse assunto irá impactar a todos, mas me causa um interesse particular, pois, ainda no século passado, quando líderes mundiais desconheciam o assunto, fazia minha dissertação de mestrado sobre uso de redes neurais para fazer previsão do PIB brasileiro. É um tema fascinante e, mesmo conhecendo o potencial, sempre fico abismado ao ver o progresso pelo qual a IA vem passando.

Hoje, tarefas muito complexas já são realizadas por robôs de forma mais precisa que por humanos. Há quem acredite que é questão de tempo para criarmos um robô “super-homem”: mais inteligente que todos nós. No passado, tecnologias que surgiram e destruíram empregos acabaram criando novos.

A novidade é que os novos empregos a serem criados pela IA também podem ser realizados por robôs. Há real motivo para nos preocuparmos e analisar exemplos de inovação do passado para buscar alguma luz sobre como devemos agir.

O primeiro caso de criação e inovação do qual tenho conhecimento é o narrado no Gênesis, onde Deus cria a matéria. Desta, cria o homem e lhe dá vida.

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Assim, terá mais sucesso aquele que se tornar especialista em intuir a partir da realidade que se apresenta. Aquele capaz de perceber as qualidades e determinar o propósito das ações em curso. Aquele capaz de escolher ser mais humano e menos máquina…  autor Petrônio Cansado –  sócio e head de crédito privado da Occam…. leia mais em Valor Econômico 06/06/2025