Para especialistas, fusões e aquisições no franchising devem continuar
O movimento de fusões e aquisições no setor de franquias tem ganhado protagonismo nos últimos anos. Em 2022, a compra do grupo CRM, dono da Kopenhagen e Brasil Cacau, pela Nestlé chamou atenção. Um ano depois, foi a vez da Arezzo e do Grupo Soma darem origem a Azzas 2154, maior rede de moda do país, com cerca de 30 marcas no portfólio e mais de 2 mil lojas, sendo 1.500 franquias. Em 2024, a Zamp, operadora do Burger King e Popeyes no Brasil, abrigou em seu guarda-chuva as redes Subway e Starbucks.
“A tendência é que outras fusões e aquisições aconteçam num futuro próximo, dando origem a novos grupos e aumentando a participação das holdings já instaladas”, afirma Adir Ribeiro, CEO da Praxis Business. Segundo ele, o sucesso em M&A depende de uma governança robusta, comunicação eficaz e alinhamento cultural. “Empresas que desenvolvem uma gestão estruturada e engajam seus franqueados tendem a atrair investidores e alcançar melhores resultados financeiros”, diz.
Uma das maiores holdings do franchising brasileiro – 16 redes no portfólio, cerca de 5 mil unidades e R$ 10 bilhões em vendas em 2024 -, a SMZTO tem por filosofia comprar uma parte minoritária do negócio, e não apenas aportar dinheiro. “A holding precisa estar envolvida com as marcas que estão sob seu guarda-chuva”, afirma José Carlos Semenzato,presidente do conselho da SMZTO… leia mais em Valor Econômico 26/06/2025

