Imagine ter o celular roubado, acionar o seguro e receber indenização na hora. Ou pagar o abastecimento do veículo com pontos ganhos da seguradora do seu carro. São exemplos de novidades trazidas por insurtechs, startups do setor de seguros. Segundo o estudo Latam Insurtech Journey, apoiado pela Mapfre, a América Latina tem 502 insurtechs, 206  delas no Brasil, onde o índice de mortalidade do segmento despencou de 12% para 7%. Esse desempenho foi apoiado por iniciativas regulatórias, como o funcionamento de intermediárias para oferecer e distribuir produtos em nome de seguradoras (MGAs) e a criação do sandbox para novatas testarem produtos.

O apoio de fundos de capital de risco (venture capital) também vem ganhando impulso no Brasil neste ano. Se em 2024 os aportes foram cerca de R$ 139 milhões, principalmente para empresas em estágio inicial, em 2025 o volume ultrapassou R$ 350 milhões só até maio, com reforço a empresas mais maduras, como a especialista em seguros de vida Azos e aa operadora de saúde Alice.

A Azos já captou mais de R$ 250 milhões – sendo R$ 170 milhões em 2025. Opera como MGA em parceria com a Excelsior Seguros e a Swiss Re, tem mais de nove mil corretores parceiros e supera R$ 60 bilhões em capital segurado. Atendimento humano, emissão de apólices em até 30 segundos e meta de, até o fim do ano, pagar o sinistro em até sete dias após a sua abertura estão entre os diferenciais da insurtech, descreve o CEO Rafael Cló… leia mais em Valor Econômico 30/06/2025