Os discurso corporativo sobre sustentabilidade já não é mais suficiente. Especialistas alertam que, para lidar com os riscos ambientais e sociais crescentes, as empresas precisam desenvolver uma nova mentalidade de gestão — orientada pelo longo prazo, pela ética e pela liderança responsável.

No painel “ESG em Debate: Maturidade, Tensões e Transformações Sistêmicas”, realizado pela equipe do curso ESG e Stakeholders na Fundação Instituto de Administração (FIA) no dia 30 de junho, especialistas em sustentabilidade afirmam que o avanço das práticas ESG nas empresas brasileiras esbarra em um ponto-chave: a baixa maturidade da liderança na gestão de riscos ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês)

“Eu não tenho convicção de que os CEOs, de fato, tenham essa visão de que estamos lidando com um novo tipo de risco — que exige outro olhar e uma nova forma de mensurar”, afirmou Carlos Takahashi, conselheiro da BlackRock e diretor da ANBIMA… leia mais em Valor Econômico 09/07/2025