Movimentos de M&A (fusões e aquisições) estão no DNA da Cogna Educação (COGN3). O maior grupo educacional do País foi criado através da união, em 2014, da Kroton com a Anhanguera. De lá para cá, outros negócios foram feitos, desde a integração da Somos, em 2018, até a compra da Faculdade de Medicina de Dourados, no Mato Grosso do Sul, na semana passada.

Em entrevista exclusiva à websérie Balanço em Foco, Roberto Valerio, CEO da Cogna, disse que a alocação de capital do grupo deve focar no médio prazo em oportunidades de menor porte, mais regionais, dado o cenário atual de altas taxas de juros no Brasil. Uma eventual fusão com a Yduqs (YDUQ3) — antiga Estacio — ou outras empresas do setor de educação com capital aberto na Bolsa brasileira, é algo que não pode ser descartado, pois tem potencial de captação de sinergias, mas está “fora da mesa” neste momento, de acordo com o executivo.

“Não está na nossa agenda hoje fazer grandes M&As. [A fusão com a Yduqs] está fora da mesa neste momento, mas é importante dizer que, como qualquer outro setor da economia, não só em educação, a fusão de duas empresas tem uma capacidade de gerar sinergias que é muito relevante”, afirmou o CEO.

[Uma fusão com outra empresa aberta de educação] faz sentido, fica esse vai e vem, sempre tem especulação, mas não está na nossa pauta de prioridades. Nossa pauta é rentabilizar os ativos que a gente tem…. saiba mais em einvestidor 23/08/2025