Na operação de compra da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) pela Sabesp, que inclui a aquisição de ações preferenciais detidas pela Eletrobras, há cláusulas de “earn-out” (com possíveis mudanças no preço final da operação, a depender de eventos futuros) que podem levar a ajustes no acordo, segundo o presidente da empresa, Carlos Piani.

A primeira variável, segundo ele, é o estado dos ativos no momento do fechamento da compra. Além disso, há uma possibilidade de ajuste a depender do recebimento de uma indenização pela Emae, referente aos ativos não amortizados no momento em que a empresa ingressou no regime de cotas em 2022, disse ele… leia mais em Valor Econômico 06/10/2025