Quando começaram a estudar inteligência artificial, em 2004, os sócios da Fu2re perceberam que a tecnologia seria responsável por transformações equivalentes às da Revolução Industrial. Naquela época, no entanto, não encontraram no Brasil um mercado receptivo a esse tipo de ideia. “Era bem ciência de foguete. Diziam que IA era coisa da NASA, de filme de Hollywood, então cada um seguiu o seu caminho”, conta André Sih, founder e managing partner da Fu2re.

Foi apenas em 2017, após a popularização da computação em nuvem ter barateado o processamento de dados e permitido escala e implantação de modelos de IA, que os sócios decidiram se unir novamente para lançar no mercado a empreitada que haviam imaginado 13 anos antes. Surgiu então a Fu2re, que segundo André “já nasceu breakevada”.

Agora, a startup acaba de anunciar sua primeira captação, no valor de R$ 12,5 milhões, que contou com participação do Copel Ventures, fundo de corporate venture capital (CVC) da Companhia Paranaense de Energia, e da Indicator Capital, gestora early-stage de venture capital com foco em deep techsleia mais em Startups 23/07/2025