As conversas entre Cosan e Vibra para a venda de uma participação na Moove, empresa de lubrificantes automotivos do grupo Cosan, esfriaram nos últimos dias. Enquanto o desejo da Cosan é não abrir mão do controle da empresa, para a Vibra, deter uma fatia minoritária não faz sentido.

Para preservar o controle, o grupo Cosan só pode vender uma pequena parcela, caso o fundo de private equity CVC Capital, que detém 30% da Moove, vá adiante com a intenção de vender sua participação na empresa de lubrificantes. Como a Cosan está se desfazendo de ativos para se desalavancar, busca na negociação um patamar que avalie a Moove próximo de US$ 1,9 bilhão, meta do grupo na tentativa frustrada de abrir o capital da subsidiária no ano passado.

A discussão de preço foi um ponto de frustração nas conversas, apurou a Coluna. A Moove atua em 11 países da América do Sul, América do Norte e Europa, o que para a Vibra, que não tem rede de distribuição lá fora, exigiria investimentos adicionais. “É uma transação difícil, na qual a equação de risco versus retorno não é trivial”, disse…. leia mais em Estadão 05/08/2025