No Morgan Stanley, ‘venture’ é para longo prazo
Do alto de um histórico de investimentos em Amazon, Meta e Netflix quando ainda eram apenas startups, o Morgan Stanley tem um processo de escolha complexo, que inclui times de pesquisa de tecnologias disruptivas há mais de 20 anos.
Em evento da Avenue em São Paulo, Sasha Cohen, da área denominada no banco de Counterpoint Global, time que estuda os fundamentos das empresas para investimentos de venture capital, contou como é esse método. Ex-patinadora no gelo americana que disputou duas Olimpíadas e em 2006 levou a medalha de prata, Cohen revelou também as novas apostas da instituição: energia nuclear e medicamentos voltados à longevidade.
A Counterpoint Global é responsável pela gestão de US$ 23 bilhões em ativos no Morgan Stanley. O banco começou a investir na Amazon em 2004, antes do estouro da bolha das “pontocom” e no Facebook, agora Meta, antes do IPO da empresa. Segundo a ex-atleta, publicações científicas, podcasts, teleconferências sobre resultados e até eventos da Ted Talks podem ser fontes para descobrir projetos de inovação… leia mais em Valor Econômico 11/08/2025

