Em menos de uma semana, o J.P. Morgan, um dos maiores bancos do mundo, revisou radicalmente suas projeções para o crescimento dos Estados Unidos, da China e da economia global, o que, por conseguinte, levou a uma mudança – para melhor – também nas perspectivas para o Brasil.

Até a semana passada, antes do anúncio de um primeiro acordo comercial e uma trégua de noventa dias nas guerra tarifária entre Estados Unidos e China, o banco americano figurava entre as instituições mais pessimistas e dava como inevitável um período de recessão no segundo semestre tanto nos EUA quanto no Brasil. Este cenário foi riscado em todos os casos e voltou para o positivo tão logo o novo combinado de Donald Trump e Xi Jinping foi anunciado no começo da semana.

Foi um acordo muito significativo e a melhora na revisão, em especial da China, é muito relevante para a economia brasileira”, diz Cassiana Fernandez, chefe de pesquisa… saiba mais em Veja 16/05/2025