As responsabilidades do CFO (chief financial officer ou diretor financeiro) estão ganhando tração. Deixam de cobrir apenas as tarefas típicas de um “controlador financeiro” para ganhar objetivos de um “arquiteto de valor” – ou mais centradas em gerar lucro, no longo prazo, nas operações.

A conclusão é de um estudo que acaba de ser publicado pela consultoria EY. Em resumo, o relatório destaca que:

  1. Os CFOs estão evoluindo para arquitetos de valor, absorvendo normas de sustentabilidade e aproveitando a inteligência artificial (IA) para impulsionar a criação de receitas e a inovação no longo prazo;
  2. Os executivos deverão equilibrar o desempenho de curto prazo com a criação de valor no longo alcance, abordando desafios e oportunidades simultaneamente;
  3. A IA e as novas tecnologias vão permitir que os diretores aprimorem relatórios financeiros, fornecendo insights mais profundos e promovendo modelos de negócios sustentáveis.

“Os CFOs não têm o luxo de abrir mão de uma responsabilidade para se concentrarem em outra. Deverão manter as prioridades atuais e assumir novas tarefas”, afirmam no estudo Julie Teigland, vice-presidente global de alianças e ecossistemas; Normando Emmenlauer, líder de sustentabilidade, e Kristin Vorbohle, diretora da consultoria empresarial, todos

“À medida que a sustentabilidade se torna essencial à estratégia das empresas e mais presente nos relatórios de negócios, os CFOs se veem chamados a impulsionar o valor corporativo geral, tanto financeiro quanto não financeiro.” … saiba mais em Valor Econômico 15/03/2025