Pimco nega controle da Oi e contesta acusações de abuso de poder na operadora
A gestora norte-americana Pimco negou ter exercido qualquer papel de controle ou gestão na Oi, após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) suspender a falência do grupo e determinar apuração sobre eventual responsabilidade da Pimco como acionista e credora. Em comunicado, a gestora afirmou que as acusações são “infundadas” e resultado de uma “estratégia da V.Tal para influenciar a opinião pública e fortalecer uma narrativa distorcida dos fatos”.
Segundo manifestação apresentada pela Pimco, sua participação acionária na Oi ocorreu exclusivamente pela conversão de créditos em ações, conforme previsto no plano de recuperação judicial (PRJ) homologado em maio de 2024. Em novembro do mesmo ano, fundos geridos pela gestora chegaram a deter 36,5% das ações da companhia, posição que foi encerrada em 25 de novembro de 2025.
A gestora destaca que não indicou diretores, não participou da gestão e compareceu apenas a duas assembleias de acionistas, limitando-se a votar conforme as regras do plano de recuperação… leia mais em Valor Econômico 02/12/2025

