O fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil não quis esperar para ver o que vai dar na fusão de BRF e Marfrig. A Previ zerou a posição histórica de sua carteira na sexta-feira, apurou o Pipeline. O fundo era acionista desde a década de 90, ainda quando Perdigão, e seguiu após a fusão com Sadia em 2009.

Quem segue na ponta compradora é a Marfrig e o controlador Marcos Molina. A companhia comunicou que sua posição, somada ao fundo Mams, de Molina, chegou a 58,87%. Quando a fusão foi anunciada, em maio, a Marfrig tinha 50,5% da BRF.

Minoritários da BRF, como a própria Previ, o fundo Latache e um membro da família Fontana, vêm pedindo adiamento da assembleia para discussão na CVM sobre o processo de definição da relação de troca – que consideram favorável à Marfrig.

A documentação que embasou o preço foi entregue, após requerimento do regulador, com informações tarjadas – o que ensejou nova reclamação desse grupo de acionistas. Na sexta, a autarquia concedeu novo adiamento, por mais 21 dias… leia mais em Pipeline 14/07/2025