Quem é o cotista do Yellowstone, fundo que avança na Brava Energia
Um novo acionista da Brava Energia quer um lugar no conselho de administração da companhia. O cotista por trás do fundo Yellowstone, gerido pelo BTG Pactual e que atingiu 5,29% de participação na petroleira, é a Ebrasil, apurou o Pipeline. As ações da Brava sobem 5% nesta quarta-feira.
Com sede em Recife, a Ebrasil possui três usinas termelétricas instaladas nos estados de Pernambuco e Paraíba, além de um terminal de regaseificação de GNL no Porto de Sergipe. A companhia vendeu, em 2022, a Celse, maior usina termelétrica da América Latina para a Eneva, por R$ 6,7 bilhões – o que a deixou capitalizada.
A Ebrasil é vista como um investidor estratégico pelo mercado, já que detém participação relevante no FIP que controla a Ocyan, operadora de plataformas no campo de Papa-Terra, da Brava, na Bacia de Campos. A Ocyan pertencia a Novonor e hoje, além da Ebrasil, tem como principais acionistas a gestora de private equity EIG e a Lake Capital Investimentos.
Apesar do fundo Yellowstone ter informado que a aquisição tem caráter exclusivamente financeiro, sem qualquer intenção de alterar o controle ou a estrutura administrativa da companhia, a Ebrasil vê o investimento na Brava como uma estratégia de longo prazo, apurou o Pipeline.
Em comentário a clientes, os analistas do BTG apontaram que veem a Ebrasil como um investidor com potencial de influenciar a criação de valor na empresa no longo prazo. “Dado esse posicionamento estratégico, acreditamos que a Ebrasil provavelmente buscará representação no conselho da Brava”, apontou o BTG. A BTG Pactual WM Gestão de Recursos tem uma fatia de 3,7% na Brava… leia mais em Pipeline 16/04/2025

