O grupo Turim, à frente de uma das poucas gestoras de fortunas independentes que sobraram no mercado brasileiro em meio à consolidação do setor, fez um “spin-off” do seu negócio.

Sob a marca Tori, vai atender grupos familiares com patrimônio a partir de R$ 25 milhões, em contraste com o piso de R$ 100 milhões na forma como a empresa irmã atua hoje.

Esse desenho foi pensado para atender uma demanda que a administração identificou no seu entorno e achou melhor acomodar numa outra estrutura… leia mais em Valor Econômico 22/11/2024