Aportes de famílias em empresas de saúde mostram profundidade de crise no setor
Três anos após o período de isolamento social causado pela pandemia de covid-19, as companhias do setor de saúde ainda se debatem com dificuldades financeiras.

A conta não fecha para grande parte delas e agora, depois de anos de pesadas consolidações e aquisições, o trabalho que está sendo feito é para ganhar eficiência, sinergia, por meio de parcerias, com foco em corte de custos.
Mas mesmo assim, já são pelo menos três famílias que correram para fazer acertos em suas empresas.
Nas últimas semanas, a família Bueno, fundadora de Dasa, prestadora de serviços laboratoriais e rede hospitalar, e o sócio fundador de Oncoclínicas, de serviços privados de oncologia, Bruno Ferrari, tiveram de injetar R$ 1,5 bilhão e R$ 500 milhões, respectivamente, nas companhias para aliviar pressão financeira em seus balanços. A família Moll comprou R$ 400 milhões em ações da Rede D’Or, em venda feita pelo fundo norte-americano Carlyle em Bolsa para sair da empresa… Leia mais em estadao 07/06/2024

