Um movimento de M&A (fusão e aquisição, em inglês) da Klabin em mercados internacionais no futuro teria como prioridade integrar a produção de caixas de papelão, não produzir celulose. “Não há nenhuma possibilidade de estudarmos ativos fora do Brasil em fibra virgem. No futuro, a gente acredita em verticalização. É questão de tempo para que aconteça”, disse Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin, em conferência da Fastmarkets de produtos florestais da América Latina 2025.

No Brasil, a companhia já deixou claro seu interesse na expansão da produção de celulose “fluff”, utilizada em absorventes e fraldas geriátricas, em Santa Catarina. A Klabin está trabalhando na construção da base florestal na região, disse Teixeira.

Esse movimento ainda depende da redução da alavancagem da companhia após o último ciclo de investimentos, que incluiu a construção dos projetos Puma II, em Ortigueira (PR), e Figueira, em Piracicaba… leia mais em Valor Econômico 12/08/2025