A Brava Energia convocou uma assembleia geral extraordinária para o dia 24 de junho para tratar da proposta de exclusão de quatro artigos do seu estatuto social — os de números 40, 41, 42 e 48. Esses dispositivos tratam da obrigatoriedade de realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) em caso de aquisição de participação relevante na companhia.

A proposta foi apresentada na última semana pelo fundo Yellowstone, veículo de investimentos do Grupo Ebrasil Energia. Segundo o Yellowstone, tais cláusulas foram inseridas em um momento anterior da trajetória da Brava Energia, quando a empresa ainda se encontrava em estágio inicial de desenvolvimento e o ambiente de mercado exigia mecanismos adicionais de proteção aos acionistas minoritários. Assim, “considerando a atual maturidade da companhia, sua consolidação no mercado de petróleo e gás, e a evolução de sua base acionária, tais dispositivos podem representar entraves desnecessários à flexibilidade estratégica e à atração de novos investimentos”, comenta o fundo, em carta enviada à Brava Energia.

Ainda de acordo com o pedido do fundo, a manutenção dessas cláusulas pode desestimular potenciais investidores estratégicos, que poderiam contribuir … leia mais em Valor Econômico 02/06/2025