BTG muda foco e se transforma em império bancário
Quando Roberto Sallouti diz que seu banco, o BTG Pactual, está diversificando sua receita, ele realmente fala sério.
Dez anos atrás, quando Sallouti assumiu como presidente, a área de sales & trading (vendas e negociações) representava a maior parte da receita do BTG, com corporate lending (crédito a empresas) e asset e wealth management (gestão de ativos e de patrimônio) responsáveis por parcelas muito menores no balanço.
Agora, corporate lending sozinho representa um negócio de R$ 7,6 bilhões, que no ano passado ultrapassou sales & trading pela primeira vez na história do banco. E os recursos de terceiros sob gestão mais que quintuplicaram, enquanto as fortunas sob gestão mais que dobraram — juntos, os dois negócios representam quase um quarto da receita do BTG.
“Começamos com trading, depois incluímos sales e passamos de um banco de investimento atendendo grandes corporações a um dos poucos bancos digitais universais do mundo”, disse Sallouti em 18 de agosto na sede do banco em São Paulo, na avenida Faria Lima, a “Wall Street brasileira”.
“Estamos sendo premiados porque agora temos receitas mais estáveis”, disse ele.
Uma onda de aquisições ajudou o banco a ampliar sua base de clientes, impulsionando seus negócios de wealth e asset management e reacendendo ambições globais que haviam sido adiadas… leia mais em Valor Econômico 17/09/2025

