Investidores chineses voltaram a aparecer nos processos de fusão e aquisição (M&As, na sigla em inglês) no Brasil, após alguns anos com apetite mais morno por ativos no país. Segundo banqueiros de investimento, o interesse ainda é basicamente restrito aos setores de infraestrutura, incluindo logística, energia, e mineração, mas também começa a emergir em tecnologia, mais voltado a infraestrutura de dados.

Dentre as operações recentes com compradores chineses está a venda da Vast Infraestrutura, da Prumo Logística, para a China Merchants (CMP). A fabricante de pás eólicas chinesa Sinoma Blade chegou perto de comprar a brasileira Aeris, que tenta superar uma crise financeira, também neste ano.

No fim do ano passado, a estatal China Nonferrous Metal Mining Group (CNMC) comprou por US$ 340 milhões as operações de estanho, nióbio e urânio da mineradora peruana Taboca no Amazonas. Segundo uma fonte, a transação com os ativos de energia da Vale, a Aliança, também envolveu um candidato chinês, que participou ativamente do processo… leia mais em Valor Econômico 28/04/2025