Os conselhos podem aumentar a sensação de confiança das empresas nos processos de adoção da inteligência artificial (IA) ao desenvolverem princípios de uso e garantindo a conformidade dos sistemas com as regulamentações existentes.

Também são peças essenciais no incentivo à criação de valor por meio da tecnologia, incentivando a inovação, a disponibilidade de dados e as possíveis mudanças nos modelos de negócios. Mas será que os colegiados estão prontos para essas tarefas? A análise aparece em artigo que acaba de ser publicado pelo Centro Global de Assuntos do Conselho da consultoria EY, sediado em Hong Kong.

No trabalho, a líder da unidade, Sharon Sutherland; e Beatriz Sanz Sáiz, líder global do setor de IA da EY, defendem que os boards deverão estar preparados para aconselhar as organizações sobre as estratégias de crescimento da tecnologia. Nessa linha, dividem as missões dos conselheiros em três áreas: construção de confiança, criação de valor e ampliação do potencial humano nos comitês. Em cada uma, as executivas sugerem perguntas que os colegiados podem fazer a gestores e pares durante a “aterrissagem” da IA nas operações… saiba mais em Valor Econômico 12/04/2025