As licitações de novas concessões rodoviárias do governo federal atraíram uma gama ampla de investidores. Em seis concorrências realizadas desde janeiro, ao menos 12 grupos apresentaram propostas – isso sem contabilizar as empresas consideradas inabilitadas, os processos competitivos de contratos repactuados junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e os projetos feitos em parceria com Estados, nos quais os governos estaduais assumiram a modelagem.

Em fevereiro, o leilão da Rota Agro Norte teve só um interessado, o consórcio da 4UM com o Opportunity. Em abril, o corredor Rio de Janeiro-Juiz de Fora ficou com o consórcio formado por Construcap e as espanholas Copasa e OHLA. Em julho, o leilão da ponte São Borja-São Tomé ficou com um grupo argentino, que depois foi desclassificado, colocando a CS Infra, da Simpar, como vencedor. Em agosto, a Rota Agro também teve um vencedor que depois foi inabilitado: a Azevedo Travassos, então controlada pela Reag.

Quem assumirá o projeto deverá ser a Way Concessões. Em outubro, os dois lotes do Paraná – o 4 e o 5 – ficaram respectivamente com a EPR e com o Pátria… leia mais em Valor Econômico 10/11/2025