Dona de 12,9% da Usiminas, a CSN reiterou nesta terça-feira (13) que vai cumprir a determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e mais recentemente da Justiça, de reduzir sua posição na concorrente. A companhia, contudo, segue sem indicar prazo para esse movimento, definido em processo que corre sob sigilo.

“A venda das ações ainda está dentro do prazo determinado pela Justiça. A CSN está observando o momento ideal para fazer essa monetização e debatendo, internamente e com as autoridades, a melhor forma de fazer isso”, disse o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Marco Rabello, a analistas.

O Cade determinou em 2014 que a CSN reduzisse sua participação na Usiminas, para menos de 5%. Desde então, o prazo para a operação foi revisto duas vezes, a última delas em 2022. Há menos de um mês, a Justiça voltou a ordenar a venda das ações e a Usiminas indicou que a CSN descumpriu o prazo legal… leia mais em Valor Econômico 14/08/2024