Energia atrai gigantes globais em operações bilionárias
O mercado de energia brasileiro se consolidou como um dos principais destinos para capital internacional, com grandes “players” globais bastante ativos nos processos de M&A (fusão e aquisição, na sigla em inglês). Uma das razões é que esse é um dos poucos mercados que oferecem retorno real atrelado à inflação. Além disso, a leitura é que há estabilidade regulatória, garantida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O segmento de transmissão, por exemplo, é considerado um negócio de fluxo de caixa previsível, com contratos de 30 anos, receita fixa corrigida pelo IPCA e risco operacional relativamente baixo.
Esse perfil de empreendimento tem atraído capital de longo prazo (fundos de pensão, soberanos e private equity) e incentivado empresas a reciclar capital: vendem ativos maduros para financiar crescimento em novas frentes. Na bolsa, a alta das ações prova o apetite e o olhar dos investidores ao setor… leia mais em Valor Econômico 19/09/2025

