Grandes grupos farmacêuticos nacionais voltaram a mandatar processos competitivos de venda de participação minoritária para financiar estratégias de aceleração de crescimento e com o olhar também para o planejamento sucessório. Controladas por conglomerados familiares e grandes geradoras de caixa, essas empresas, até há pouco tempo, mantinham distantes operações de fusões e aquisições (M&A).

Dentre os grupos com negociação na mesa, está a Cimed, do empresário João Adibe, que ganhou fama com os hidratantes labiais Carmed. A companhia contratou o americano J.P. Morgan para ajudar a avaliar uma venda entre 10% e 15%, segundo informou o Valor na semana passada.

O grupo de Adibe também esteve perto de comprar a Jequiti, da família de Silvio Santos, mas as negociações não foram adiante.

União Química, do empresário Fernando de Castro Marques, que tem feito importantes aquisições no país nos últimos anos, não descarta a entrada de um sócio no negócio. A empresa tinha planos de fazer uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês), mas o mercado de capitais não indica condições favoráveis no curto prazo… leia mais em Valor Econômico 06/09/2024