Em meio às previsões cada vez mais frequentes de que a mineração esteja prestes a entrar em uma nova onda de fusões, chefes de mineradoras têm alertado para os riscos de que as empresas repitam erros do passado e se precipitem em suas aquisições.

O executivo-chefe da Rio Tinto, Jakob Stausholm, foi o que falou mais abertamente a respeito, aludindo à experiência de um de seus antecessores, Tom Albanese, que foi tirado do cargo em 2013, após uma aquisição malsucedida.

Albanese foi criticado pela decisão da Rio Tinto de comprar a produtora rival de alumínio canadense Alcan, por US$ 38 bilhões, em 2007, que acabou sendo um dos motivos de uma baixa contábil de US$ 30 bilhões, após a forte desvalorização do metal nos mercados.

“Muitos negócios foram feitos entre 2005 e 2012 e muitos deles realmente se revelaram realmente ruins”, disse Stausholm ao “Financial Times”. “Agora, parece que as coisas estão se abrindo um pouco […], mas do ponto de vista da Rio Tinto, isso não é tão relevante: não sofro do medo de perder oportunidades”… leia mais em Valor Econômico 28/08/2024