Apesar do noticiário envolvendo fusões de empresas no setor de educação estar aquecido, a visibilidade para as operações de fato acontecerem é limitada pelos riscos regulatórios e também com o ambiente de juros elevados, diz o Citi.

Os analistas Leandro Bastos e Renan Prata escrevem que há méritos estratégicos na consolidação do setor, incluindo racionalização de competição, sinergias de escala e redução de custos.

“Concordamos que os preços atuais das ações não são favoráveis a operações e como em toda fusão de empresas grandes há riscos de complexidade envolvendo governança corporativa, comentam… leia mais em Valor Econômico 02/10/2024