Grandes grupos de setores como saúde, educação, carnes e facilities (serviços terceirizados) passam por um movimento de “consolidação dos consolidadores”, com fusão ou aquisição entre empresas do mesmo porte. Nesse contexto, por exemplo, está a união de BRF e Marfrig, a compra da SulAmérica pela Rede D’Or, as conversas entre os grupos de educação listados para combinação de ativos e a aquisição da GRSA pelo Grupo GPS, líder em seu segmento.

Alguns fatores explicam essa tendência, como a janela fechada para novas aberturas de capital (IPO) ou a necessidade de operações de grande porte para que as empresas tenham maior relevância para atrair investidores, em especial os estrangeiros.

Há ainda fundos internacionais buscando negócios robustos que se enquadrem mais ao perfil do seu portfólio de investimentos. Além disso, uma fusão proporciona ganhos de escala e, consequentemente, diluição de custos… leia mais em Valor Econômico 02/10/2025