IPO que vai reabrir mercado precisa ser ‘à prova de bala’, diz Itaú BBA
Passados mais de três anos sem a estreia de empresas na bolsa brasileira, a operação que marcará a retomada das ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) terá que ser “à prova de balas”, aponta o chefe do segmento corporativo e do banco de investimento do Itaú BBA, Cristiano Guimarães.
Segundo ele, a esperada operação abre alas dependerá do nome da candidata, que terá que ter resultados robustos, mas também de uma transação de grande porte que garanta a liquidez exigida pelos investidores.
Isso porque, em tempos incertos, é premissa do lado do investidor ter companhias reconhecidas em suas áreas e que tenham negociação diária mínima na bolsa para permitir uma porta de entrada – ou de saída. E tudo isso em consonância com um cenário de juros mais baixos.
Assim, o executivo do Itaú BBA aponta que o novo ciclo de aperto monetário no Brasil jogou para frente as expectativas em relação à renda variável. Ele lembra, contudo, que o mercado antecipa os cortes de juros e que, por isso, 2025 deverá ter mais movimento, depois de 2024 ano se mostrar mais fraco … leia mais em Valor Econômico 31/10/2024

