‘Valuations’ das companhias brasileiras estão nos patamares mais baixos dos últimos anos, avaliam gestores
Os “valuations” das companhias brasileiras estão em um dos patamares mais baixos dos últimos anos, avaliaram gestores que participaram de evento da Icatu. Segundo o sócio da IP Capital, Gabriel Raoni, “estou muito construtivo com [bolsa no] Brasil, porque são preços que não se viam há muito tempo no país“.
Para o sócio e executivo-chefe de investimentos (CIO) da Constellation, Florian Bartunek, “tem empresas boas negociando a [um patamar equivalente a] IPCA mais 20% ou mais 16% e 17% [na bolsa]”. O gestor da Constellation lembrou que a bolsa no Brasil é cíclica.
“Dois terços de nossos investidores são estrangeiros e são bastante vencedores na bolsa brasileira. Quando o Brasil está meio mal como agora, eles falam ‘vou aplicar’, mas quando a situação fica melhor eles pedem para sacar. Esse rebalanceamento ativo nada mais é que comprar na baixa e vender na alta. É uma das poucas coisas que conheço que funciona, mas é o mais difícil de fazer. Estamos num momento claramente de ciclo de baixa no mercado no valuation das companhias.”
Bartunek lembrou que “na época da [presidente] Dilma Rousseff a economia estava razoável, mas o mercado estava ruim porque as pessoas estavam olhando o futuro; na época do [presidente] Temer a economia estava ruim mas os mercados estavam bem”… leia mais em Valor Econômico 03/07/2024

